Cartilha Antipirataria

Clique aqui, para ter acesso ao conteúdo da Cartilha Antipirataria lançada pela CBDL em setembro do ano passado. Com texto simples e objetivo, a cartilha responde o que é, e como reconhecer um produto pirata. Além disso, informa sobre as consequências para quem pratica estes atos e o que fazer para denunciá-los.

 

 

Planos de saúde estão obrigados a cobrir 18 novos procedimentos em 2018

Entrará em vigor em janeiro de 2018, a nova cobertura mínima obrigatória dos planos de saúde estabelecida pela Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), também chamada de Rol de Procedimentos e Eventos em Saúde. A atualização do Rol é feita a cada dois pela Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS).

A nova lista inclui 18 novos procedimentos – entre exames, terapias e cirurgias que atendem diferentes especialidades - e a ampliação de cobertura para outros sete procedimentos, incluindo medicamentos orais contra o câncer. Pela primeira vez está sendo incorporado no Rol um medicamento para tratamento da esclerose múltipla.

Além do exame de toxoplasmose por PCR através do líquido aminiótico, a lista também contempla exames laboratoriais para diagnóstico da aspergilose pulmonar; para o diagnóstico e o acompanhamento de pacientes com mieloma múltiplo e gamopatias monoclonais; para diagnóstico de meningite viral; para detecção de proteína que pode estar presente em pacientes com câncer de pulmão; e, para detecção de anticorpos de antiaquaporina que auxilia na diferenciação entre a neuromielite óptica e a esclerose múltipla.

Quando entrar em vigor, a nova lista de cobertura atenderá 42,5 milhões de beneficiários que possuem planos de assistência médica e 22,6 milhões com planos exclusivamente odontológicos. O Rol é obrigatório para todos os planos de saúde contratados a partir da entrada em vigor da Lei nº 9.656/98, os chamados planos novos, ou aqueles que foram adaptados à lei.

A diretora de Normas e Habilitação de Produtos da ANS, Karla Coelho, explica que a atualização do Rol é um avanço importante para os beneficiários de planos de saúde e os critérios de revisão devem estar em constante evolução, sem, contudo, perder de vista a preocupação com a sustentabilidade do setor e a suficiência e disponibilidade de recursos.

Ela ressaltou que a decisão pela inclusão também leva em consideração a prevalência de doenças na população. “No Brasil, as doenças crônicas não transmissíveis possuem alta carga e impactam significativamente nos problemas de saúde em razão da mortalidade, morbidade e custos. A adoção da carga de doença como um dos elementos considerados na revisão, portanto, traz importantes subsídios para a tomada de decisão nesse processo”, avalia. (Com informações do portal da ANS – 10.11.17)