Um sistema de alto desempenho para a realização do teste RT-PCR, definido pela OMS como padrão-ouro, já está à disposição no Brasil. A nova abordagem pode baratear e acelerar o procedimento do exame.

Produzido pela LGC, empresa britânica na área de produção de reagentes e de dispositivos de automação laboratorial em larga escala, o novo sistema já foi incluído nos laboratórios parceiros da companhia como a Fiocruz-PR e o Lacen-PE, além de alguns laboratórios privados.

O fluxo de operação com alta performance tem capacidade para analisar de 4.500 a 150 mil amostras por dia em uma única plataforma.

“A testagem em massa e o isolamento social estão na base de qualquer planejamento de retorno às atividades profissionais. Com esse sistema é possível garantir que todos aqueles com suspeita de estarem contaminados pela Covid-19 possam ser testados de maneira rápida e com um custo reduzido, democratizando o acesso a todos os brasileiros”, destacou a diretora comercial da LGC para a América Latina, Alexia Leite.

Esse volume avantajado de processamento se dá pela miniaturização da análise, feita pelo dispositivo robótico IntelliQube qPCR system. “Esta solução foi perfeitamente adaptada ao momento da pandemia, que exige resultados para um volume grande de pacientes, ao mesmo tempo em que o Brasil enfrenta dificuldades no abastecimento global de reagentes, permitindo um uso bem menor desses consumíveis”, frisou a diretora.

De acordo com Alexia, os laboratórios de biologia molecular precisaram aumentar sua capacidade de processamento para resolverem a questão da pandemia de SARS-CoV-2 e com a proposta de diferir o novo coronavírus dos vírus da gripe e de outras doenças respiratórias. (Com informações do Labnetwork – 05.04.21)