Cerca de 25% dos testes para Covid-19 realizados pela DASA, desde o início da pandemia, deram positivo.

O CEO da empresa, Carlos de Barros, afirma a importância do acesso aos testes. “Desde o início da pandemia sabemos que as ferramentas mais importantes são: testar, testar e testar. Essas pessoas que tiveram acesso aos testes conseguiram adiantar tratamentos e se isolar para evitar contágio”.

A DASA já realizou cerca de 1 milhão de testes, volume que representa 16% de todos os exames (RT-PCR e sorológicos) registrados pelo Ministério da Saúde no Brasil até a semana passada. O Grupo Fleury registrou 530 mil testes.

No ano de 2019, a DASA faturou R$ 4,7 bilhões. Neste ano, desde o início da pandemia, a queda das receitas foi de 20% a 30%. “A receita veio, mas não estamos fazendo margem. Logo de início decidimos que o preço seria basicamente para cobrir os custos dos testes. Entramos na pandemia com as finanças equacionadas, a prioridade era fazer testagem”, comentou o dirigente da empresa. Ele acrescentou ainda, que o movimento na rede de saúde privada já está sendo retomado.

Para manter a saúde financeira da companhia, a DASA ampliou a oferta de procedimentos em domicílio como exames de imagem de baixa complexidade, incluindo ultrassom fetal, mapa holter e exame de sono, além de exames de sangue e os próprios testes de Covid-19. Essa demanda por exames em domicílio é cinco vezes maior do que o ano passado. “O home first veio para ficar. Tudo o que as pessoas puderem fazer em casa elas vão fazer. Todo mundo quer evitar aglomeração, evitar contato com outras doenças”, concluiu Barros. (Com informações do Blog da Cidadania – 29.07.20)