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Varíola dos macacos: QIAGEN lança primeira solução sindrômica para pesquisa e vigilância epidemiológica da doença no país

Ultrapassando a marca dos 4 mil casos confirmados no Brasil, de acordo com o último boletim epidemiológico do Ministério da Saúde, a varíola dos macacos é motivo de preocupação às autoridades globais; declarada como uma emergência de saúde pública internacional pela Organização Mundial da Saúde (OMS).

Ao apresentar sintomas como febre, dor de cabeça, dores musculares, calafrios e lesões cutâneas, similares a outras doenças – como as variantes do herpes, varicela (catapora) e enterovírus – o diagnóstico clínico da varíola dos macacos pode ser motivo de dúvida para as equipes médicas, à medida que os casos da doença aumentam no país.

Portanto, com o propósito de contribuir primeiramente no âmbito dos estudos, pesquisas e vigilância epidemiológica, para entender de fato como será o desdobramento da nova infecção e o potencial para o surgimento de novos casos e variantes, a multinacional alemã, especialista em tecnologia para diagnósticos moleculares, QIAGEN, acaba de anunciar o lançamento de uma solução sindrômica, capaz de detectar e identificar até seis patógenos diferentes, que provocam sintomas semelhantes aos do vírus monkeypox e podem acometer o mesmo paciente de forma simultânea.

Em caráter RUO (research use only, voltado para pesquisas), o QIAstat-Dx Viral Vesicular Panel é uma nova solução que pode ser utilizada na já reconhecida ferramenta sindrômica de PCR padrão ouro da QIAGEN, o QIAstat-Dx, cujo valor foi evidenciado na recente pandemia de SARS-CoV-2, identificando este e outros mais de 20 patógenos capazes de causar sintomas similares à COVID-19. Além do diferencial de detectar não apenas monkeypox, mas também outros vírus causadores da mesma sintomatologia, o QIAstat-Dx Viral Vesicular Panel exige manipulação mínima da amostra e entrega o resultado em aproximadamente uma hora.

“Os três pilares básicos para o combate de uma potencial pandemia são a vacinação, a testagem/epidemiologia e métodos não farmacológicos, como distanciamento social e medidas básicas de higiene. Tendo em vista a movimentação dos órgãos de saúde em torno dessa infecção e o crescente avanço do vírus monkeypox no mundo, a melhor alternativa para controlar essa epidemia é a informação por meio da testagem. Nossa nova solução pode auxiliar os laboratórios a terem um melhor entendimento da distribuição do vírus, sua epidemiologia e também identificar outros vírus que estejam causando os mesmos sintomas”, destaca Allan Munford, Gerente Regional de Marketing para Diagnósticos de Oncologia e Precisão da QIAGEN.

Para mais informações sobre as ferramentas sindrômicas da QIAGEN, acesse: https://www.qiagen.com/br/applications/syndromic-testing . (Com informações da AtitudeCom – 03.11.22)

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