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Teste do Pezinho teve que sofrer medidas para mitigar riscos de contaminação da Covid e variantes

A pandemia da Covid-19, e suas variantes como a Ômicron e, mais recentemente, a B.A., promoveu algumas medidas no tocante ao risco de contaminação hospitalar. Entre as preocupações está o Teste do Pezinho, exame feito em recém-nascidos para a detecção de diversas doenças. Com isso, as autoridades tomaram providências para mitigar qualquer risco de contaminação. No entanto, há riscos.

De acordo com informações da Sociedade Brasileira de Triagem Neonatal e Erros Inatos do Metabolismo (SBTEIM), 70% dos recém-nascidos têm a coleta realizada em uma unidade básica de saúde, entre o terceiro e o quinto dia de vida e, com a chegada da pandemia e a indicação de distanciamento social, o Ministério da Saúde publicou uma nota técnica recomendando que a coleta do teste do pezinho fosse realizada na alta hospitalar para evitar a circulação de puérpera e recém-nascido, assim como também para garantir a cobertura.

Segundo a SBTEIM, alguns estados já realizam a coleta na alta hospitalar, entre eles, o Distrito Federal, São Paulo e Paraná. A partir da publicação da nota técnica, estados e municípios imediatamente seguiram as recomendações do MS e acrescentaram medidas para ampliar ações para que não tivessem prejuízos ao diagnóstico das doenças investigadas na Triagem Neonatal Biológica, como também o acompanhamento e o tratamento das crianças já diagnosticadas.

“Muitos estados não adotaram a coleta na maternidade. Criaram ações como coleta com agenda e unidade exclusiva. As medidas que foram aplicadas não são 100% seguras, mas servem ao propósito de reduzir o índice de contaminação”, comentou a biomédica e secretária da SBTEIM, Dra. Eliane Santos. (Com informações da Oficina de Mídia – assessoria de imprensa da SBTEIM – 16.02.22)

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