IA nos laboratórios avança além dos laudos e reduz busca por exames a menos de um segundo

No Grupo DB, a Diana, Inteligência Artificial do Grupo, é aplicada na busca por exames, na leitura de pedidos médicos e no apoio à área comercial

Quando se fala em Inteligência Artificial aplicada à saúde, é comum pensar em algoritmos que analisam imagens ou interpretam resultados. Mas uma parte crescente do uso da tecnologia acontece longe do olhar do paciente: na busca por exames, na leitura de pedidos médicos, no monitoramento da operação e na relação com o cliente.

No Grupo DB, associado à CBDL, essa IA tem nome: Diana. Ela está por trás do novo Guia de Exames, que facilita a localização de informações em um portfólio com mais de 5 mil exames. Segundo a empresa, o tempo de resposta das pesquisas, que podia chegar a cerca de sete segundos, caiu para menos de um segundo. A Diana permite pesquisar em linguagem próxima da utilizada pelo usuário, sem depender do nome técnico do exame. Combinada ao reconhecimento óptico de caracteres, o OCR, interpreta imagens de pedidos médicos para auxiliar na identificação dos exames solicitados.

“Quando pensamos em Inteligência Artificial no laboratório, não precisamos começar pelo resultado do exame. Há uma série de etapas anteriores e posteriores em que a tecnologia pode reduzir tarefas manuais e ajudar o profissional a encontrar mais rapidamente aquilo de que precisa”, explica Giulliano Santos Silva, gerente de Inovação Digital e Dados do Grupo DB.

No ambiente laboratorial, essa lógica pode se estender muito além da experiência de busca. A estratégia tecnológica do Grupo DB inclui iniciativas de inteligência artificial voltadas a todas as áreas do grupo, com o uso de agentes de IA em atividades que podem ser automatizadas, para que o time possa se concentrar nas atividades mais complexas. Essas iniciativas estão organizadas na estratégia de “IA First” do Grupo.

Como parte desse movimento, a Diana também chegou à equipe comercial em uma ferramenta voltada a análises e apoio à decisão. De acordo com a empresa, o recurso amplia a possibilidade de identificar conexões entre exames e serviços, apoiar a ampliação do portfólio dos laboratórios parceiros e antecipar demandas.

“O tempo que a equipe deixa de gastar levantando e cruzando informação volta para a escuta do cliente, que é onde a nossa atuação faz diferença. Com uma leitura mais precisa do cenário de cada laboratório, conseguimos sustentar recomendações que ajudam o parceiro a ampliar os serviços que já oferece”, afirma Leandro Palma Dattoli, gerente nacional de Vendas do Grupo DB.

“A Diana é uma plataforma que integra dados, processos e Inteligência Artificial para apoiar diferentes áreas do Grupo DB. Nossa visão é conectar os casos de uso a objetivos comuns: simplificar rotinas, ampliar o acesso à informação, apoiar decisões e liberar tempo das equipes para atividades de maior valor. Da busca por exames ao apoio comercial, avaliamos cada aplicação pela contribuição que pode trazer à eficiência da operação, à qualidade do atendimento e ao desenvolvimento dos serviços oferecidos aos laboratórios parceiros”, conclui Lucas Santana, head de TI do Grupo DB. (Com mais informações do Grupo DB – 12.10.2026)

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