Dados da Associação Brasileira de Medicina Diagnóstica, Abramed, apontaram que, em 2017, foram realizados 2 bilhões de exames no Brasil, 1,2 bi no SUS e 816,9 milhões na Saúde Suplementar.

De acordo com os números, em 29 milhões de atendimentos, 67% era de mulheres. Nos exames “femininos” a mamografia apresentou 5% de crescimento, enquanto que a ressonância magnética aumentou 10,8%. A faixa etária mais atendida foi a de mulheres acima de 64 anos (78%), enquanto que as pacientes entre 40 e 64 anos representou 37%.

Na mesma pesquisa, a Abramed destacou um avanço no número de acessos pela internet, com taxa média anual de 23% no período entre 2015 e 2017.

O problema da não retirada de laudos diagnósticos também foi contabilizado, 14,3 milhões em 2017, o que representa 3,5% dos exames. De acordo com nota, a entidade afirmou que  “o desperdício alardeado por lideranças da saúde, que apontam que cerca de 30% dos exames não são retirados pelos pacientes, é incabível”.

Índices econômicos também foram computados pelo estudo: o segmento de medicina laboratorial gerou uma receita bruta de aproximadamente R$ 35,4 bilhões em 2017. São mais de 23 mil centros com procedimentos de diagnose, laboratorial, imagem, etc. Esse número é responsável pela geração de 241.931 empregos formais. (Com informações do site da Abramed – março de 2019)