O Hilab, equipamento que tem sido usado em farmácias para a realização de exames laboratoriais remotos, é regularizado pela Anvisa para aferir o parâmetro bioquímico de glicemia capilar.

No entanto, a Sociedade Brasileira de Patologia Clínica/Medicina Laboratorial (SBPC/ML), por meio de nota, afirmou estar vigilante com o procedimento, já que grande parte dos erros acontece na fase analítica.

“A SBPC/ML destaca que a maior parte dos erros nesse tipo de exame ocorre na fase analítica, daí a necessidade de serem realizados por pessoal treinado, com comprovação de validação metodológica e do uso de controles de qualidade”, reza a nota da instituição.

O documento da Anvisa classifica o dispositivo como um produto para diagnóstico in vitro, de classe risco II, que deve ser usado, exclusivamente, por profissionais habilitados.

Desta forma, a SBPC/ML afirmou que a RDC 302 definiu que os testes laboratoriais remotos realizados por equipamentos situados fisicamente fora da área de um laboratório clínico (Point- Of-Care testing – POCT) devem ser administrados por laboratórios de análises clínicas. (Com informações da assessoria de imprensa da SBCP/ML – 16.5.19)